JARDS MACALÉ

Jards Anet da Silva nasceu no Rio de Janeiro, em 1943. Viveu a infância no bairro da Tijuca, no pé do Morro da Formiga. Quando criança, bebeu do melhor da música brasileira da época: o batuque do morro, os foxes, valsas e modinhas tocadas ao piano pela mãe, dona Lígia, acompanhada pelo pai no acordeom e, no rádio, Orlando Silva e Emilinha Borba.
Jards nasceu Macalé quando foi morar, ainda menino, em Ipanema. O apelido vem do nome do pior jogador de futebol do Botafogo na época. Na zona sul fluminense, Jards Macalé fez parte da efervescência da música popular brasileira. Formou conjuntos quando era adolescente, transitando por jazz, seresta e samba-canção. Estudou piano, orquestração, violoncelo e violão. Substituiu o violonista do Grupo Opinião em 1965, quando iniciou oficialmente sua carreira.

Macalé foi parceiro de Waly Salomão, Torquato Neto, Jorge Mautner e Vinícius de Moraes. Suas canções foram interpretadas por Gal Costa, Maria Bethânia e Clara Nunes. Lançou-se solo em 1971, com o LP Jards Macalé. Em 1973, durante um dos períodos mais duros do regime militar, montou o show "Direitos Humanos no Banquete dos Mendigos", no aniversário de 25 anos da Carta de Declaração dos Direitos Humanos da ONU. A iniciativa político-musical reuniu músicos como Chico Buarque, Edu Lobo, Johnny Alf e Raul Seixas, que alternaram canções com leituras de trechos do texto da Declaração de Direitos Humanos.
Considerado um dos maiores violonistas do Brasil, Macalé é um radical livre. Sua criatividade rebelde o levou a criar músicas ímpares. Seu estilo muitas vezes é inclassificável, resultado de uma síntese de influências, inspiração e muita transpiração.

Jards Anet da Silva nasceu no Rio de Janeiro, em 1943. Viveu a infância no bairro da Tijuca, no pé do Morro da Formiga. Quando criança, bebeu do melhor da música brasileira da época: o batuque do morro, os foxes, valsas e modinhas tocadas ao piano pela mãe, dona Lígia, acompanhada pelo pai no acordeom e, no rádio, Orlando Silva e Emilinha Borba.<br />
Jards nasceu Macalé quando foi morar, ainda menino, em Ipanema. O apelido vem do nome do pior jogador de futebol do Botafogo na época. Na zona sul fluminense, Jards Macalé fez parte da efervescência da música popular brasileira. Formou conjuntos quando era adolescente, transitando por jazz, seresta e samba-canção. Estudou piano, orquestração, violoncelo e violão. Substituiu o violonista do Grupo Opinião em 1965, quando iniciou oficialmente sua carreira.<br />
 <br />
Macalé foi parceiro de Waly Salomão, Torquato Neto, Jorge Mautner e Vinícius de Moraes. Suas canções foram interpretadas por Gal Costa, Maria Bethânia e Clara Nunes. Lançou-se solo em 1971, com o LP Jards Macalé. Em 1973, durante um dos períodos mais duros do regime militar, montou o show "Direitos Humanos no Banquete dos Mendigos", no aniversário de 25 anos da Carta de Declaração dos Direitos Humanos da ONU. A iniciativa político-musical reuniu músicos como Chico Buarque, Edu Lobo, Johnny Alf e Raul Seixas, que alternaram canções com leituras de trechos do texto da Declaração de Direitos Humanos.<br />
Considerado um dos maiores violonistas do Brasil, Macalé é um radical livre. Sua criatividade rebelde o levou a criar músicas ímpares. Seu estilo muitas vezes é inclassificável, resultado de uma síntese de influências, inspiração e muita transpiração.
  • JORGE MAUTNER

    JORGE MAUTNER Jorge Mautner é inclassificável: uma energia artística pura, que flui através de palavras.

    ver mais
  • JARDS MACALÉ

    JARDS MACALÉ Um dos maiores violonistas do Brasil, Macalé é um radical livre. Sua criatividade o levou a criar músicas ímpares.

    ver mais
  • TONY TORNADO

    TONY TORNADO Com sua imagem imponente e sua empatia ainda maior, Tony Tornado faz parte da cultura popular brasileira.

    ver mais
  • Luiz Melodia

    Luiz Melodia Prestes a completar 50 anos de carreira, Luiz Melodia continua criando imensamente e envolvendo fãs da música.

    ver mais
  • Elza Soares

    Elza Soares Com mais de 50 anos de carreira, a cantora continua encantando plateias dentro e fora do país.

    VER MAIS
  • WILSON DAS NEVES

    WILSON DAS NEVES Lendário baterista da música popular brasileira, Wilson das Neves começou a tocar em conjuntos nos anos 1950.

    VER MAIS
  • TULIPA RUIZ

    TULIPA RUIZ Tulipa Ruiz tem um timbre de voz único e presença de palco cativante ao interpretar.

    ver mais
  • DORGAS

    DORGAS A insatisfação de quatro garotos do Rio serviu de combustível pra tentar buscar um novo caminho pra música brasileira.

    ver mais
  • FORGOTTEN BOYS

    FORGOTTEN BOYS Forgotten Boys são os radicais livres necessários na cena musical brasileira dos anos 1990.

    ver mais
  • Karol Conka

    Karol Conka Karol Conka põe sua sensibilidade na ponta da língua para criar rimas que constroem um mundo fabuloso.

    ver mais
  • Garotas Suecas

    Garotas Suecas Garotas Suecas é uma banda que combina temperos regionais com ingredientes importados para criar uma sonoridade global e, ao mesmo tempo, genuinamente brasileira.

    VER MAIS
  • Emicida

    Emicida Um dos artistas mais prolíficos da nova geração do rap nacional.

    ver mais